A notícia mais importante do dia, ilustrada para fazer "Cócegas no Raciocínio" e fomentar a indignação dos que são contra o PACOEPA - Pacto Corruptônico que Envergonha o País.
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“Se um delator da Justiça coloca um político contra a parede, o melhor é encampar a proposta para se mudar a lei da delação premiada. Se um procurador pede sua prisão, dá-se o aviso que cinco pedidos de impeachment do magistrado serão analisados. E se alguém disser que não há isenção para fazer essa análise, você cria um fato e diz que três procuradores do grupo de trabalho da operação Lava Jato não têm condições de investigar o caso, por isso, também deveriam se declarar impedidos.
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Esta foi a maneira que um dos investigados no esquema criminoso investigado pela força tarefa, o presidente do Senado Federal, Renan Calheiros (PMDB-AL), reagiu às últimas denúncias feitas por um dos delatores do esquema, o ex-senador, ex-presidente da Transpetro e ex-amigo do próprio Calheiros, Sérgio Machado.” (MSN – Com informações de Gil Alessi – EL PAÍS).

 

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“Na decisão em que anulou a validade da interceptação da conversa entre Lula e Dilma, Teori considerou que Sérgio Moro não tinha competência para analisar o material, por envolver a presidente da República, que só pode ser investigada pelo Supremo. Além disso, o ministro considerou irregular a divulgação das conversas.” (Renan Ramalho do G1, em Brasília).

 

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“Segundo Lauro Jardim, agora ele tem cúmplices no turismo parlamentar: os tucanos Pedro Vilella e Antonio Imbassahy, o peemedebista Átila Lins, o democrata Claudio Cajado e o petista Marco Maia. Vários deles levaram suas esposas. E você aí no sofá.” (O Antagonista).

 

 

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“O ex-deputado Pedro Corrêa (PP-PE) afirmou em delação premiada que o governador interino do Rio, Francisco Dornelles, recebeu R$ 9 milhões para abafar a CPI da Petrobrás, aberta em 2009 pelo Senado. Corrêa contou que o dinheiro foi entregue pela Queiroz Galvão e disse ter confirmado o pagamento com Renato Duque, ex-diretor da estatal, quando estava preso no Paraná. Em nota, Dornelles afirmou que “não comenta declarações absurdas e ridículas”. (O Estado de São Paulo).

 

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“Se as eleições presidenciais fossem este ano (e a hipótese não pode ser descartada, como, aliás, nenhuma outra), quais seriam os candidatos? Certamente, Lula, pelo PT (se estiver solto); Serra, Aécio ou Alckmin, pelo PSDB; e Marina Silva, pela Rede. Algo, porém, desse novo país pode ser vislumbrado nos números de recente pesquisa, do Instituto Paraná, encomendada por este Blog do Noblat, em relação aos nomes supracitados. São impressionantes: 73,4% dos eleitores não votariam “de jeito nenhum” em Lula; 62% não votariam em Geraldo Alckmin; 61,9% em Aécio Neves; 58,2% em José Serra; e 57,5% em Marina. “De jeito nenhum”, frisam os entrevistados. Nenhum deles, portanto, será o próximo presidente da República. Com tal grau de rejeição – e aí se trata de questão aritmética -, é impossível eleger-se. E com um detalhe: o fator de desgaste – o processo da Lava Jato – ainda está longe do fim, em pleno curso, prometendo novas revelações e convulsões.” (Rui Fabiano – Blog do Noblat).

 

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“O peemedebista vem demonstrando incômodo com os relatos de que estaria disposto a fazer delação premiada ou abrir mão do cargo de presidente da Casa. Ao Broadcast Político, Cunha afirmou que pretende voltar a dar declarações aos jornalistas para acabar com o que chamou “fofocas” envolvendo seu futuro político. “Darei coletiva sempre. Voltarei ao hábito”, disse. (UOL com ESTADÃO).

 

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