A notícia mais importante do dia, ilustrada para fazer "Cócegas no Raciocínio" e fomentar a indignação dos que são contra o PACOEPA - Pacto Corruptônico que Envergonha o País.
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“Na noite desta terça-feira, o ex-presidente Luiz Inacio Lula da Silva afirmou que não tem nenhum receio com relação às investigações realizadas pela Lava Jato, que envolvem a participação de empreiteiras em obras do sítio de Atibaia e do tríplex em Guarujá, revela o jornal Folha de S. Paulo.
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Durante seu discurso, ele voltou a negar ser o dono dos imóveis e que tudo não passava de invenção. “Eu estou aqui tranquilo. Se eles pensam que vão acabar com Lula, estão enganados”, afirmou o petista em discurso em Natal (RN), ao oficializar a candidatura do deputado estadual Fernando Mineiro (PT) à Prefeitura da cidade. O ex-presidente, contudo, não mencionou, em seu discurso, ao fato de ter se tornado réu na Lava Jato, acusado de obstruir a Justiça.“ (MSN – Noticias ao Minuto).

 

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“Dentre as opiniões dos juristas, uns acreditam que a medida é inútil e arriscada e vista como um tiro no pé, por provocar o corporativismo dos magistrados, o que pode levar a posicionamentos contrários ao petista de integrantes do Judiciário. Um dos advogados ouvidos pela colunista Mônica Bergamo, do jornal Folha de S. Paulo, classificou a atitude como uma MALUQUICE“ (MSN – Noticias ao Minuto).

 

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“O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, recorreu contra a decisão do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Dias Toffoli que colocou em liberdade ex-ministro Paulo Bernardo, preso na Operação Custo Brasil, um desdobramento da Lava Jato. Janot afirmou ao STF “concordar na íntegra com os argumentos traçados” pelo Ministério Público Federal e a Justiça de São Paulo de que há risco de Paulo Bernardo voltar a cometer crimes e até mesmo prejudicar as investigações, como indicativos de que o ex-ministro teria tentando esconder seu patrimônio para evitar a ação da Justiça.” (MÁRCIO FALCÃO – Folha de são Paulo).

 

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“Estaria preparando material sobre como ajudou os aliados nos últimos anos. A ideia é reunir informações para uma eventual delação premiada na Justiça. Além de financiamento de campanhas, há muitos documentos sobre distribuição de cargos e empréstimos.” (Giba um).

 

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“Em entrevista ao jornal espanhol El Mundo, Dilma Rousseff reiterou a tese segundo a qual o impeachment é um golpe. Dessa vez, contudo, a presidente afastada foi além. Referindo-se ao Judiciário, ao Legislativo e às Forças Armadas, disse: “Eu não acho que nenhuma instituição participou do golpe enquanto instituição. Acho que integrantes de todas as instituições, de uma forma ou de outra, tiveram presença no golpe.” Embora veja golpistas em todas as instituições, Dilma se absteve de citar nomes.” (Josias de Souza).

 

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