A notícia mais importante do dia, ilustrada para fazer "Cócegas no Raciocínio" e fomentar a indignação dos que são contra o PACOEPA - Pacto Corruptônico que Envergonha o País.
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“Há dois meses, em resposta a estocadas que recebera de Dilma, Cunha ironizou a presidente afastada. Anotou no Twitter: “Tchau, querida”. Caprichoso, o destino manobrou para que o zumbi da Câmara e a alma pena do Alvorada chegassem ao cadafalso juntinhos, no agourento mês de agosto.” (Josias de Souza).
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“Pena que não dá para agora em julho fazer a votação em plenário, mas em agosto certamente se conclui e nós vamos definitivamente resolver essa pendência que a Câmara tem com o Brasil inteiro. A grande maioria do plenário da Câmara vai cassar Eduardo Cunha”, disse Betinho Gomes (PSDB-PE).” (Jornal Nacional).

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“Com a impopularidade que Temer ostenta (em níveis assustadores parecidos com o da Dilma), a ideia da antecipação da eleição presidencial tende a aumentar a instabilidade do governo provisório – com tudo para se transformar em um desgoverno definitivo a partir do final do mês do desgosto.” (Jorge Serrão – Alerta Total).

 

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“Castro reuniu-se com o ex-presidente Lula, que tentou ajudá-lo na candidatura e o presidente nacional do PT, Rui Falcão, que não escondia o apoio da sigla, tratou de ir buscar votos, que não apareceram. O lado mais surpreendente: Falcão acreditava que Castro derrotaria Rodrigo Maia e Rogério Rosso até sem muita dificuldade.” (Giba Um).

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“A proposta de delação de Mônica Moura, mulher de João Santana, ganhou um reforço de peso. O marido, até então reticente, decidiu entrar nas negociações do acordo de colaboração da Lava Jato. Os investigadores não viam sentido em aceitar a delação de Mônica sem o depoimento do ex-marqueteiro do PT. O casal está preso desde fevereiro em Curitiba, mas o processo corre no STF. Foi remetido por Sérgio Moro à corte após a inclusão de políticos com foro privilegiado no inquérito.” (Painel – Folha de São Paulo).

 

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“O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), disse nesta quinta-feira, 14, que o resultado da eleição na Câmara reaproxima as duas Casas e a possibilidade da formulação de uma pauta conjunta de “interesse nacional”. (Diario do Poder).

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