A notícia mais importante do dia, ilustrada para fazer "Cócegas no Raciocínio" e fomentar a indignação dos que são contra o PACOEPA - Pacto Corruptônico que Envergonha o País.
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“O ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, que em seu acordo de delação premiada envolveu o presidente interino Michel Temer (PMDB) e ao menos outros vinte políticos em relatos dos onze anos em que esteve à frente da Transpetro, se comprometeu com o Ministério Público Federal a devolver 75 milhões de reais aos cofres públicos.

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O acordo firmado por Machado, que descreveu em detalhes como arrecadou e distribuiu mais de 100 milhões de reais a excelências do PMDB, prevê que a União deve receber 80% do montante a ser devolvido, o equivalente a 60 milhões de reais, enquanto os 20% restantes, equivalentes a 15 milhões de reais, caberão à Transpetro, subsidiária da Petrobras onde o delator deu as cartas entre 2003 e 2014.” (João Pedroso de Campos – Veja.com).

 

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“Partilha ingrata: Ao menos um ponto da delação de Sérgio Machado é confirmado por pessoas que viveram os bastidores do PMDB em 2014. Ele diz que Michel Temer reassumiu o comando do partido para arbitrar a distribuição de R$ 40 milhões encaminhados pelo PT, depois de caciques da Câmara reclamarem que só senadores eram beneficiados. Naquele ano, os deputados de fato ensaiaram uma rebelião por esse motivo. Culpavam Valdir Raupp, então presidente, pela divisão desigual. Detalhe: Fora desde 2012, Temer retomou o posto na sigla em 16 de julho de 2014. À época, a Câmara era presidida por Henrique Alves. Eduardo Cunha liderava a bancada.” (PAINEL – Folha de São Paulo)

 

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“Depois de ter sido alvo de um pedido de prisão por suspeitas de atuar para barrar investigações da Operação Lava Jato, Calheiros voltou a afirmar que a ofensiva contra ele é “ridícula” e insinuou ser alvo de perseguição do MP: “Quando as pessoas perdem o limite da Constituição, elas perdem o limite do ridículo também. Pediram a prisão de senadores que não colocaram nenhuma dificuldade para depor. Ao final e ao cabo, pediram a prisão de senadores no exercício do mandato, sem flagrante delito de crime inafiançável”, criticou. “Sinceramente eu acho que o Ministério Público Federal, através do procurador-geral, já havia extrapolado o limite constitucional. Ele, com esses pedidos de prisão, extrapolou o limite do ridículo. Isso é muito ruim para a República, que precisa ter poderes independentes e harmônicos”, disse.“ (Veja.com).

 

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“Após ser citado no acordo de delação premiada do ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado como beneficiário de propina, o ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), pediu demissão do cargo na tarde desta quinta-feira (16), informou a assessoria do Palácio do Planalto. O peemedebista é alvo de um inquérito em curso no Supremo Tribunal Federal (STF) que investiga políticos suspeitos de envolvimento na Lava Jato.“

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