A notícia mais importante do dia, ilustrada para fazer "Cócegas no Raciocínio" e fomentar a indignação dos que são contra o PACOEPA - Pacto Corruptônico que Envergonha o País.
Padrao Frontal

 

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Em 23 de Julho de 2010 (DOIS MIL E DEZ) o Dr. William Cardoso Maciel, Pós-Dr. e professor de Ornitopatologia da Favet/UECE publicou no DIARIO DO NORDESTE: “O pequeno produtor rural, Cícero Barreto da Silva, no Sítio Retiro, em Iguatu, começou neste ano uma criação de galinha caipira, e disse que algumas passaram a apresentar nariz melado, com uma espécie de coriza. Pergunta qual o tratamento.

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Realmente, são poucas informações para se chegar a um diagnóstico, pois precisávamos saber a quantidade de galinhas existentes, o número de enfermas, além de dados referentes ao tipo de criação, alimentação, idade das aves etc. Mas, com base nas poucas informações que recebemos, podemos pensar nas seguintes possibilidades: suas aves podem estar afetadas pela BRONQUITE INFECCIOSA que é produzida por um vírus chamado CORONAVÍRUS e conhecido no interior como “GÔGO das Aves”.

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Neste caso, se trata de uma doença viral e não existe tratamento. O que se deve fazer é um estudo sanitário para determinar a presença do vírus e aplicar um programa de vacinas específico para a sua criação para evitar futuros casos da doença. Outra possibilidade é que suas aves estejam afetadas pela Coriza infecciosa. Esta doença é provocada por uma bactéria chamada Avibacterium paragallinarum, e, para este caso, existe tratamento com antibiótico. Nós recomendamos a aplicação de um antibiótico a base de Enrofloxacina, podendo ser aplicado 0,5 mL (três aplicações em dias alternados) na musculatura do peito das aves.

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Ambas as doenças são altamente infecto-contagiosas e acometem aves comerciais e, também, as aves caipiras. As aves podem apresentar sinais respiratórios (tosse, espirro, escorrimento nasal, edema facial e conjuntivite) frequentemente seguidos por diarreia (normalmente esverdeada), perda de apetite e, em aves de postura, ocorrer queda na produção.

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Para a confirmação do diagnóstico é necessário a realização da necropsia associados à sintomatologia e outros exames laboratoriais como, por exemplo, as provas sorológicas (análise de anticorpos por coletas de sangue das aves). Recomendações: ele deve procurar manter o local, o aviário, sempre limpo, bem ventilado e com água e ração de boa qualidade. Fazer a separação e o isolamento das aves doentes e não doentes. Se possível, enviar para a Favet algumas aves mortas (congeladas ou resfriadas) para necropsia.”

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Continuando com um artigo mais recente do médico Milton Pires, publicado em 9 de março de 2020, no seu site Ataque Aberto sob o título: PARA QUEM CONTINUA CHAMANDO COVID-19 DE “MAIS UMA GRIPE” – Um pouco da História do “Bicho”: “Poucos médicos no mundo, pelo menos os que tem alguma vergonha na cara e ainda estudam, não ouviram falar em “The Lancet”, “British Medical Journal”, “Journal of American Medical Association”…ou no mais famoso de todos…o “Jornal Nacional da Medicina”…o “New England”…

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Hoje eu descobri um jornal que duvido que que muita gente conheça. Eu não conhecia…Nunca tinha ouvido falar nele. Esse se chama “Jornal de Saúde do Mediterrâneo Oriental”…Coisa tão desconhecida quanto eu mesmo na Medicina do Brasil. Descobri nesse tal jornal um artigo escrito por 3 caras – Ala Alwan, Jaouad Mahjour e Ziad A. Memish e até achei que, com esse tipo de nome, fosse gente do ISIS ou do Hezbollah ou algo assim… A referência, para quem quiser conferir, é: EMHJ – Eastern Mediterranean Health Journal, 19 (‎supp.1)‎, S3 – S4, 2013.

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Estes caras, no tal Jornal Oriental, em 2013, escreveram um artigo que me chamou a atenção.. “Novas Infecções por Coronavírus: Hora de ficar na Frente da Curva”. Coronavírus, como todo mundo já deve saber, é um grupo de vírus (que eu chamo aqui de “bicho”) que infecta aves e mamíferos. O grupo foi descoberto na década de 60 e teve gente da veterinária que, na época, chamou a doença que ele provocava de “Bronquite de Galinha”… Nome engraçado…

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Acontece que a coisa, em 2003, perdeu a graça quando, lá na China, o “bicho” começou a pular das aves vendidas em mercado para as pessoas provocando uma doença que depois foi chamada de “Síndrome Respiratória Aguda Grave” (SARS) e matou, até o fim da epidemia, 774 pacientes. Lembrem: o “bicho” de 2003 morava em aves e conseguiu pular para as pessoas e matá-las, mas ele não pulava de pessoa para pessoa (pelo menos com uma frequência capaz de fechar as bolsas de valores de SP e NY como aconteceu hoje).

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Por volta de 2012, o bicho apareceu outra vez lá perto da Arábia Saudita. Dessa vez ele aparentemente gostava de “morar” em camelos, pulava para as pessoas e matava elas de forma igual à da China. A coisa então ganhou o nome de “Síndrome Respiratória do Oriente Médio” mas também não “pegava de uma pessoa pra outra” de forma preocupante. Pois bem, isso dito, voltemos ao artigo do tal Jornal Oriental..dizem os caras com nomes de terroristas em 2013 (lembrem: 2013! A gente está em 2020):

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“A prioridade atual é monitorar infecções por coronavírus buscando evidência de transmissão de pessoa para pessoa. Esperar o inesperado vai ser o PILAR da visão da Organização Mundial de Saúde para segurança MUNDIAL em termos de Saúde Pública. Também vai ser um teste para toda comunidade de saúde pública mundial em termos de resposta a essa Nova Doença Infecciosa. A comunidade precisa entender o risco para saúde pública associado com esse vírus”.

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Agora o bicho “aprendeu” a pular com grande eficiência de pessoa para pessoa e provocar a tal COVID-19. Mesmo com nome de terrorista, os caras do Jornal Oriental avisaram, em 2013, que a coisa podia acontecer. Agora ela aconteceu. Só isso..Ah! Eu já estava esquecendo: Não! Não tem remédio que “controla” o vírus…não é como HIV, não! Não tem tratamento!”

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Para descontrair, nada como uma solução caseira:  https://www.youtube.com/watch?v=OfDqH_wvATw

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